Cosmos in the mirror
La segunda oda coral de Coéforas: texto, contexto y composición en priamel
DOI:
https://doi.org/10.24277/classica.v39.2026.1242Palavras-chave:
Libation Bearers; Aeschylus; chorus; transposition; priamelResumo
El artículo tiene como objetivo revisar una conjetura textual sobre la oda conocida tradicionalmente como primer estásimo (Cho. 585-652), significativamente ubicada en la mitad de Coéforas y de Orestíada. La propuesta consiste en arrojar luz sobre la ecdótica previa, parte de la cual ha enmendado el orden de dos estrofas de la oda del manuscrito M aduciendo razones meramente retóricas que parecen desconocer tanto la experimentación característica de Esquilo como dramaturgo, cuanto la contextualización del canto en una propuesta de espectáculo mayor, la trilogía ligada. La hipótesis –aunque no parezca tal, por defender una actitud textual conservadora– es que el pasaje correspondiente a los versos 623-638 (estrofa y antistrofa γ) debe mantener el orden de versos transmitido por M, sobre la base del argumento de que aquello que pasa por discrepancia en el contexto inmediato es significativo en relación con el todo, esto es, con la propuesta cósmica de la trilogía.
Downloads
Referências
ADRADOS, Francisco Rodríguez, VÍLCHEZ, Mercedes. Esquilo. Tragedias III. Madrid: CSIC, 2006.
BOWEN, Anthony. Aeschylus: Choephori. Bristol: Bristol Classical Press, 1986.
BROWN, Andrew. The Length of the Prologue of Aeschylus’s Choephori. Verona: Skenè Studies, 2015.
BROWN, Andrew. Aeschylus: Libation Bearers. Liverpool: Liverpool University Press, 2018.
DAWE, Roger. Strophic Displacement in Greek Tragedy. Eranos, v. 97, p. 24-44, 1999.
DUPONT, Florence. Aristote ou le vampirisme du théâtre occidental. Paris: Aubier, 2007.
FERNÁNDEZ DEAGUSTINI, María del Pilar. Suplicantes de Esquilo: ensamble espacio-coral en cuatro movimientos. Argos, v. 42, e0009, p. 1-21, 2018.
FERNÁNDEZ DEAGUSTINI, Maria del Pilar. Una canción dice más que mil palabras: reflexiones sobre la apertura de tres tragedias de Esquilo. Anales de Filología Clásica, v. 36, n. 2. [en prensa].
FRAENKEL, Eduard. Aeschylus: Agamemnon. Oxford: Clarendon Press, 1950.
GARVIE, Alexander. Aeschylus’ Choephori. With introduction and Commentary. Oxford, New York: Oxford University Press, 1986.
GARVIE, Alexander. Aeschylus’ Supplices: Play and Trilogy. 2. ed. Bristol: Bristol Phoenix Press, 2006.
LEBECK, Anne. The First Stasimon of Aeschylus’ Choephori: Myth and Mirror Image. In: LLOYD, Michael (ed.). Oxford Readings in Classical Studies: Aeschylus. Oxford: Oxford University Press, 2007, p. 316-322 [orig. Classical Philology, v. 62, p. 182-185, 1967].
McCALL, Marsh. The Chorus of Aeschylus’ Choephori. In: GRIFFITH, Mark; MASTRONARDE, Donald J. (ed.). Cabinet of the Muses. Essays on Classical and Comparative Literature in Honor of Thomas G. Rosenmeyer. Atlanta: Scholars Press, 1990.
MOTA, Marcus. A dramaturgia musical de Ésquilo: investigações sobre composição, realização e recepção de ficções audiovisuais. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2008.
RACE, William. The classical priamel from Homer to Boethius. Leiden: Brill, 1982.
SCOTT, William. Musical Design in Aeschylean Theater. Hanover: Dartmouth College Press, 1984.
SILVA, Maria de Fátima. O coro de Coéforas: alimentar a vingança e partilhar o remorso. Synthesis, v. 27, n. 1, e076, 2020. [FERNÁNDEZ DEAGUSTINI, M. del P. (ed.). Dossier. Lecturas corales. Esquilo.]
SOMMERSTEIN, Alan. Aeschylus I: Persians, Seven Against Thebes, Suppliants, Prometheus Bound. Cambridge, MA, London: Harvard University Press, 2008.
STINTON, Thomas. The First Stasimon of Aeschylus’ Choephori. The Classical Quarterly,
v. 29, n. 2, p. 252-62, 1979 [Reimpresso em: STINTON, Thomas C. W. Collected Papers on Greek Tragedy. Oxford: Clarendon Press, 1990. p. 384-396.]
TAPLIN, Oliver. The stagecraft of Aeschylus: the dramatic use of exits and entrances in Greek tragedy. Oxford: Clarendon Press, 1977.
THOMSON, George. The Oresteia of Aeschylus. Amsterdam: A. M. Hakkert, 1966.
WEST, Martin. Aeschyli Tragoediae cum incerti poetae Prometheo. Stuttgart: Teubner, 1990.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2026 María del Pilar Fernández Deagustini

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
a. Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0) que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
b. Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
c. Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online após o processo editorial (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal), já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).
d. Autores autorizam a cessão, após a publicação, de seu conteúdo para reprodução em indexadores de conteúdo, bibliotecas virtuais, bases de dados de acesso público e similares.








